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Algoritmos estão matando a diversidade artística?

  • Foto do escritor: Denise Marques
    Denise Marques
  • 19 de fev.
  • 1 min de leitura

Atualizado: 22 de mar.

A estética da internet e a uniformização do gosto

Sabia-se que a internet, desde seus primórdios, teria grande influência sobre quem a consumisse. De crianças e adolescentes a um público mais maduro, a internet vem sendo — e sempre será — uma poderosa ferramenta de comunicação.

Com isso, o e-commerce dominou o mercado digital, tornando-se parte de uma cultura de massa na qual a demanda online se sobressai à física. As redes sociais desempenham um papel fundamental nesse universo excessivo de propagandas e publicidades. É inevitável se deparar com anúncios tão específicos que nos fazem questionar: "Como eles sabem que eu queria comprar isso?". Fato é: ainda não compreendemos totalmente como os algoritmos funcionam. Ainda assim, sabemos que eles ditam tendências, sem dúvida alguma.


Bom, e como tudo isso se relaciona com a arte? A arte não nasce da intenção do artista? A arte não é um produto; arte é arte. Mas por que sempre vemos uma onda de buscas por itens de moda, decoração ou artesanato? O artista se vendeu a uma tendência passageira de mercado?


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